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  • Foto do escritorDanilo Ibanez Spaziani

Por que sua carroceria fechada deve ser homologada


O transporte de cargas segue em crescimento no Brasil. Reflexo do aumento da demanda por produtos do setor primário tanto dentro quanto fora do país, o carregamento de cargas através rodovias subiu 38% somente no primeiro semestre de 2022, enquanto o registro de abertura de empresas deste segmento alcançou os 30%, o que indica um mercado em ampla expansão – e que, em função da sua importância, desperta debates sobre o exercício de suas atividades.


Fato é que, hoje, a busca por carrocerias explodiu muito em virtude do progresso do agronegócio, cuja participação no PIB brasileiro alcançou os 27% e, por isso, a logística que compreende a distribuição de cargas tornou-se prioridade, uma vez milhões de pessoas ao redor do mundo são impactadas por esses produtos. As carrocerias fechadas, neste sentido, atuam de maneira crucial no transporte relacionado às cargas do setor primário, apesar de exercerem influência também sobre os demais setores da economia. Neste artigo, traremos enfoque às carrocerias fechadas, à necessidade de que sejam homologadas, e à função primordial que elas executam na sociedade. Portanto, siga conosco!


Levando-se em conta quantas vidas dependem do transporte periódico de produtos, é inegável a importância da certificação de segurança nas carrocerias fechadas. E, nesta perspectiva, os baús de caminhões colaboram efetivamente com a estocagem de caixas, paletes e sacas, preservando a integridade das cargas sem que, ao término da viagem, haja aborrecimentos. Entretanto, para que a carroceria fechada apresente as condições adequadas de tráfego e armazenamento de mercadorias, a emissão do CAT se faz fundamental, visto que, tratando-se de encarroçadores, o DENATRAN exige a homologação do seu veículo. A VIP ENGENHARIA encarrega-se dessa burocracia, permitindo ao fabricante ou transformador o enquadramento à Legislação de Trânsito através dos melhores profissionais do mercado.


Dentre as cargas mais transportadas pelo território brasileiro – e que certamente são encontradas na maioria das nossas rodovias –, citamos as cargas secas (relativa aos produtos industrializados e não perecíveis), as cargas a granel (relativos ao estado a granel sólido e granel líquido), as cargas frigoríficas e congeladas (com elevada necessidade de refrigeração), as cargas perigosas (como gases, petróleo e explosivos), e as cargas vivas (representadas por galinhas, vacas, porcos etc.).


Além disso, você não pode negligenciar a homologação de carrocerias especiais, que, designadas a transportarem produtos como areia, cimento, cinzas e gasolina, englobam os modelos tanque e silo. Considerando que, diante da ausência desse meio de transporte, nossa economia seria comprometida, a segurança veicular deve ser aplicada para que os trajetos ocorram de forma precavida e responsável.


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